POPULAÇÃO E SETOR PRODUTIVO DA CAPITAL REJEITAM ALTA DE IMPOSTO

Novo Imposto

cpmfretorno1O pacote de ajuste fiscal anunciado na segunda-feira pelo Governo Dilma Rousseff, que tem entre as principais medidas o retorno da CPMF (o imposto sobre movimentações financeiras) pelo período de quatro anos, congelamento de reajustes dos servidores públicos federais por sete meses, e corte em quase 30% os investimentos no programa Minha Casa Minha Vida, repercutiu negativamente sobre a população e setores produtivos da Capital.

As medidas visam transformar o déficit nas contas públicas de R$ 30,5 bilhões do Orçamento de 2016, em um superávit de R$ 60,4 bilhões. No entanto, o pacote, que ainda precisa passar pelo Congresso está sendo considerado um remédio amargo diante da crise vivida na economia.

A possível volta da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) já preocupa e revolta o campo-grandense. “Imposto a mais é sempre ruim. Lembro que a gente pagava por toda movimentação financeira no banco, como cheque, saque”, reclama a comerciante Edmar Edmar Fontoura. Fonte Correio do Estado.