COBRANÇA DA OPOSIÇÃO A OLARTE DEIXOU BERNAL EM CAMPO MINADO

Campo Grande/MS

oposição de olarte
Vereador Alex do PT e as Vereadores Luíza Ribeiro e Thais Helena

O não escalonamento dos salários dos servidores públicos, a adoção do piso nacional para os professores (20 horas semanais), a abertura de mais 400 vagas para taxistas e o término de obras, principalmente de Ceinfs e de pavimentação, foram algumas das reivindicações da oposição ferrenha ao então prefeito Gilmar Olarte (PP), cujos integrantes passaram, agora, a ser situação com a volta ao cargo do radialista Alcides Bernal (PP). Um dos críticos contumazes de Olarte, Paulo Pedra (PDT) exerce, inclusive, o cargo de secretário de Governo – o que, em tese, confere-lhe poderes especiais junto ao atual administrador da Capital, para solucionar esses problemas que ele e os demais colegas da bancada apresentaram nos últimos meses, com cobranças até mesmo radicais.

Os outrora opositores estão, agora, diante de um caminho que não tem volta: ou Bernal atende aos pleitos, ou esses vereadores e seus respectivos partidos ficarão numa situação difícil perante a população, que já se mostra insatisfeita pelo estado de abandono em que se encontra Campo Grande, desde o início da administração do PP, em 2013.  Situação péssima para um ano pré-eleitoral e que pode redundar em fracasso nas urnas, em 2016.

Antes de ser cassado, Bernal enfrentou críticas pelo estado quase que “vegetativo” de sua administração e sofreu ataques diretos dos seus 23 opositores na Câmara Municipal. Seu vice-prefeito, Gilmar Olarte, assumiu o cargo e, nesse pouco mais de 1 ano, recebeu a pecha de “traidor” e “golpista”, dos correligionários e simpatizantes de Bernal. No Legislativo, os fiéis escudeiros de Bernal se mostraram ferrenhos adversários de Olarte e, em muitas ocasiões, ganharam apoio irrestrito até de outras bancadas. Fonte Correio do Estado.