ASSEMBLEIA OFICIALIZA CRIAÇÃO DA CPI DA ENERSUL QUE INVESTIGARÁ MENSALÃO

Campo Grande/MS

Mochi explicou que não existiu manobra para “enterrar” a CPI do Mensalão da Enersul
Mochi explicou que não existiu manobra para “enterrar” a CPI do Mensalão da Enersul

Foi publicado no Diário Oficial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, desta terça-feira, (31), ato do presidente da Casa, deputado Júnior Mochi, criando a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa apurar possível desvio de R$ 700 milhões e pagamento de ”mensalinho” para 35 pessoas físicas e jurídicas, que teria sido feito pela então Enersul, hoje Energisa. O ato entra em vigor a partir de sua publicação.

O prazo para a conclusão dos trabalhos da CPI da Enersul será de 120 (cento e vinte) dias, sendo a mesma composta por 05 (cinco) parlamentares titulares e 05 (cinco) parlamentares suplentes.

Deputados estaduais negaram a existência de qualquer manobra para derrubar a CPI do mensalão da Enersul, que vai investigar suposto pagamento de propina a políticos do Estado. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (PMDB) assegurou que a comissão vai a fundo, independente de quem estiver envolvido no esquema. “Com a devida responsabilidade para não envolver inocentes, é claro, vamos a fundo nessa questão.Tomamos como responsabilidade nossa”, atesta o peemedebista.

O presidente da Casa minimizou reunião realizada na quarta-feira (25) entre deputados da base governista e o governador Reinaldo Azambuja (PSDB). Os presentes tentaram convencer o Marquinhos Trad (PMBD), que propôs a CPI, a desistir da investigação. O grupo estaria preocupado com as revelações que poderiam se tornar públicas com o andamento da CPI. Fonte Correio do Estado.